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Bungie “abandona” Destiny 2 para tentar “salvar” Marathon

reescreva o título em portugues do brasil usando outras palavras: Bungie "abandonou" Destiny 2 para tentar "salvar" Marathon E não acrescentar nenhum texto ou tag além do próprio texto traduzido

A Bungie alterou seu foco estratégico. Conforme relatado por Paul Tassi, da Forbes, Destiny 2 deixou de ser a prioridade máxima da empresa. Pela primeira vez, o recém-anunciado Marathon agora emprega mais pessoal do que o antigo sucesso do estúdio.

O que mudou na alocação de pessoal?

Para ilustrar a mudança, observe os números. Antes das recentes demissões na Bungie, a equipe de Destiny 2 era a maioritária, com cerca de 550 funcionários, enquanto Marathon contava com apenas 300.

Atualmente, com aproximadamente 800 funcionários restantes na Bungie, a situação se inverteu. O jornalista confirmou que a distribuição de pessoal está agora mais equilibrada, mas com Marathon recebendo a maior parte dos recursos humanos.

A motivação por trás dessa mudança é a necessidade de sucesso: a Sony exige que Marathon se estabeleça para reverter sua sequência de insucessos com jogos do tipo “serviço”. Curiosamente, o novo jogo possui um conteúdo inicial limitado, com apenas quatro mapas e seis classes. No entanto, seu desenvolvimento e a criação de futuras atualizações demandam um volume considerável de recursos da Bungie.

Destiny 2 paga o preço

Os jogadores de Destiny 2 são os que mais sentem essa mudança de prioridade. Em seu auge, o jogo contava com mais de mil pessoas dedicadas à criação de conteúdo. Hoje, com uma equipe de cerca de 400 funcionários, o jogo recebe menos de 40% das novidades que recebia anteriormente.

O fluxo de conteúdo para o jogo diminuiu consideravelmente. Os fãs ainda terão que aguardar um mês e meio por uma atualização relevante de meio de temporada. Após isso, a expectativa é de mais três meses até o lançamento de uma expansão menor (e isso, se ela ainda estiver nos planos, dada a escassez de comunicação da Bungie).

Neste momento, e como conclui o artigo da Forbes, o futuro de ambos os jogos está em uma posição delicada.

Fonte: Eurogamer

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