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O Próximo Jogo Zelda Precisa Manter Seu Mundo Aberto

O Próximo Jogo Zelda Precisa Manter Seu Mundo Aberto

A Nintendo revolucionou o mundo dos games com The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Além de reinventar a franquia, ele influenciou diversos jogos que vieram depois. Basicamente, o jogo redefiniu a experiência Zelda, libertando os jogadores em um mundo vasto e aberto.

O estilo 2D de visão superior ficou no passado. A narrativa linear também. Agora, tudo era possível. Se você quisesse enfrentar o chefe final logo de cara, teoricamente, podia. Nunca um Zelda foi assim, e a equipe redobrou a aposta com Tears of the Kingdom seis anos depois.

Embora ambos tenham recebido muitos elogios, nem todos amaram BotW e TotK. Alguns esperam que jogos como The Wind Waker ou A Link to the Past voltem a ser relevantes. Contudo, para o futuro de Zelda, a Nintendo não deve voltar aos métodos antigos, e sim manter o mundo totalmente aberto.

O Próximo Zelda Precisa Ser Mundo Aberto

É incerto o que o futuro reserva para The Legend of Zelda, mas parece claro que a versão de Hyrule de Tears of the Kingdom não será reaproveitada. A próxima aventura será inédita e, além disso, precisa ser em mundo aberto.

The Legend of Zelda Open-World

A transição para o mundo aberto foi perfeita para a franquia. Isso atraiu um público maior, permitindo exploração, criatividade e diversão que antes eram difíceis de encontrar na série, apesar de sua qualidade.

Apesar disso, alguns pedem o retorno aos jogos antigos. No entanto, dado o sucesso da fórmula atual, é crucial mantê-la. Afinal, os jogos precisam evoluir e avançar, e não retroceder.

Jogos de mundo aberto e não lineares costumam ter bom desempenho hoje em dia. Existem muitos, mas os bons se destacam. Eles geralmente são mais populares e apreciados, então já existe uma base de jogadores interessados.

A alternativa seria retroceder em termos de desenvolvimento e evolução. A franquia evoluiu ao longo do tempo, passando de aventuras 2D com visão superior para jogos 3D completos. Depois, evoluiu novamente, saindo dos títulos 3D lineares e limitados para opções de mundo aberto.

Echoes of Wisdom meio que uniu os dois estilos, embora ainda apresentasse um certo grau de linearidade, com alguns lugares inacessíveis até mais tarde no jogo. Havia alguma liberdade para escolher quais dungeons fazer em comparação com outras, mas ainda existia uma progressão linear na maior parte do tempo.

Talvez essa seja a solução ideal, e Echoes of Wisdom tenha sido um teste. Isso daria aos fãs de mundo aberto a liberdade que eles amam, ao mesmo tempo que manteria as coisas um pouco mais lineares para aqueles que reclamaram da falta de estrutura em Breath of the Wild e Tears of the Kingdom.

Contudo, é impossível agradar a todos. Aqueles que adoram os jogos Zelda clássicos não se convencerão com nada que não seja estritamente linear e focado quase inteiramente em dungeons. Já os que apreciam os títulos mais recentes não gostarão da falta de liberdade e criatividade.

Portanto, os desenvolvedores precisam escolher. E, embora isso não seja definitivo, o chefe da série Zelda, Eiji Aonuma, disse que não entende por que os fãs gostariam de voltar à jogabilidade “limitada” dos títulos antigos. Ele os chamou de “jogos do passado”, segundo o GamesRadar, então parece que o mundo aberto veio para ficar.

E isso é bom, embora não impeça a equipe de fazer coisas diferentes. Echoes of Wisdom é um ótimo exemplo de um jogo Zelda menor e mais clássico que foi lançado logo após Tears of the Kingdom, e provou que esses lançamentos menores podem ter sucesso e dar a outros estilos de jogo a chance de brilhar.

Mas, no que diz respeito aos lançamentos de grande orçamento, não deveria haver outro Ocarina of Time, e sim outro Breath of the Wild. É mais criativo, mais libertador e se encaixa muito melhor no estilo moderno de jogos. O estilo antigo teve seu momento, mas a evolução nos jogos e, especificamente, nesta série já superou isso.

Fonte: CB

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